Algoritmo

Quando um site de busca como o Google traz sugestões diferentes de uma pesquisa para cada pessoa, não é um defeito. Pelo contrário: isso acontece por conta de um conjunto de regras que combina diversos critérios para obter um determinado resultado. Seguindo uma “receita”, ou seja, um algoritmo, é possível conseguir as melhores respostas para cada internauta.

Muito comum na computação, essa ferramenta também pode ser usada em diversos outros momentos na internet. Na publicidade, por exemplo, os anúncios podem ser exibidos de acordo com seus interesses pessoais. Por outro lado, as redes sociais também a usam para definir a ordem na qual os conteúdos serão exibidos. Descobrir quais são estes assuntos de maior relevância para cada pessoa só é possível com o uso de um algoritmo.

 

Algoritmo do Facebook

Um exemplo muito discutido neste sentido é o algoritmo do Facebook. A rede social já mudou sua fórmula algumas vezes, porém a mais profunda e simbólica aconteceu em 2018. Em janeiro, o Facebook anunciou uma mudança para aumentar o alcance de posts de amigos e familiares. Conclusão: posts de veículos de mídia com notícias e de páginas de marcas e empresas perderam muito espaço.

Isso afetou resultados de audiência, alcance e performance de alguns sites. Mudou até a maneira como alguns importantes veículos de mídia se relacionam com seus leitores. No Brasil, um exemplo é a Folha de S.Paulo, que decidiu parar de atualizar sua página no Facebook, citando a “diminuição da falta de visibilidade do jornalismo profissional”.